07/02/2011
Bread Pitt, o mascote da galera (Taken with instagram)
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26/12/2009
então…
to com medo da UFF
é isso
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14/12/2009
deixem o resto ser, simplesmente, o resto
Na sala de aula durante uma discussão sobre preconceito, uma aluna se levanta e diz:
- Não acho que o Brasil seja um país preconceituoso. Pelo menos eu não sou preconceituosa. Tenho, inclusive, amigos negros, homossexuais e especiais.
Pronto. Não há preconceito? Convive-se bem com as diferenças? Então pra que diferenciar um negro de um branco, um hétero de um homossexual, uma pessoa (teoricamente) perfeita de uma com uma síndrome ou outra? E, ainda, por que transformar em mérito a proximidade com individuos que simplesmente não são iguais?
A sociedade não convive bem com as diferenças. O Brasil é um país preconceituoso (um preconceito suprimido na mente do sujeito, seja ele branco, negro, amarelo marrom ou vermelho). E não há mérito algum ter uma gama de amigos e conhecidos variada.
A história do Brasil é marcada pela presença de um grande número de negros escravos e esse fato levou as pessoas a adotarem uma discriminativa política de anti-discriminação. Em pleno século XXI, os brasileiros se sentem na obrigação moral de incluir, em uma categoria que deve ser inserida no todo, aqueles que não se enquadram no padrão estipulado. Criou-se um padrão para os fora-do-padrão.
Porém o processo de inclusão já começa errado. A tal separação por “categorias de diferentes” já é preconceituosa e mostra a dificuldade em aceitar aquilo que foge ao normal pré-estabelecido. A necessidade do discurso politicamente correto só leva ao aumento da distancia existente entre a sociedade brasileira e a aceitação plena da pessoa pela pessoa.
Deixem o negro ser negro, o homossexual ser homossexual, o deficiente ser deficiente. Não tenham inclusive amigos negros, homossexuais e especiais, mas tenham amigos. O resto é resto e não tem importância.
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28/11/2009
aiai, a felicidade…
A felicidade, ao meu ver, não é algo que se conquista. Pessoas passam a vida inteira buscando a felicidade no amor, na profissão, na família, nos amigos mas não se permitem ser felizes. É a felicidade que nos procura e tenta nos conquistar, nós só precisamos nos deixar ser conquistados.
Eu deixei.
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23/10/2009
1966080 pulsações de um cristal de quartzo
Quando criei o mundo e os homens, e lhes dei o poder de pensar livremente não imaginei que esses seres tão iguais se tornariam tão diferentes. E não é só no aspecto físico.
Estou cá observando há algum tempo duas pessoas. Quando sentei-me para assistir estavam na escola. No auge dos seus 15 anos. Vibravam de alegria porque, talvez por coicidência, ambos tinham ganhado uns jogos eletrônicos portáteis, muito modernos e cobiçados por todos os garotos do colégio.
João e Roberto sempre foram muito próximos e conversavam sobre tudo. Nunca ousavam aprofundar demais os assuntos ou filosofar sobre isso ou aquilo. O máximo que, até aquele ponto, tinham conseguido foi imaginar como seriam suas vidas sem essa tecnologia - divagação propiciada pelo novo brinquedo. Agradeciam-me em brados por terem nascido na dita “contemporaneidade”, por poderem desfrutar dos avanços do final do século XX.
Um tempo depois, estavam mais velhos. Agora, com 30 anos, proseavam sobre as complicações dos aparelhos touch screen. Reclamavam que sempre acabavam acionando algum comando sem querer. Sentiam falta dos bons e velhos botões.
Num piscar de olhos, localizo João e Roberto, então com 75 anos, sentados numa praça da cidade onde sempre viveram. Jogam damas e gritam um com o outro. Dizem que esses novos robôs estão acabando com a vida real. O João grita que o planeta está sendo destruído pelos homens de lata. O Roberto responde, aos berros, que queria ter visto (a caneta sendo engolida pela pata).
De qualquer forma, Eu sei que ambos adoravam quando tinham 7 anos e soltavam pipa e pulavam corda e jogavam bola de gude enquanto Eu me preocupava ainda com a longa guerra ideológica dos humanos.
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15/10/2009
O último romântico
Ele sempre foi conhecido por ser um romantico incurável. Seguia um estilo meio retrô e, sentimental que só, estava apaixonado. A menina, uma grande amiga desde sempre, não fazia idéia da admiração que o rapaz sentia, mas gostava de seus óculos escuros e das suas piadinhas.
Como sua situação financeira lhe permitia alguns mimos, planejou o encontro perfeito com sua amada e, dois meses antes da data prevista, começou sua jornada. Escrevia versos soltos sobre sua musa e tentava juntá-los em poesia. A construção levou por volta de 30 dias. terminado o poema, o rapaz começou a pensar no local do encontro. precisava de uma sala grande, arejada e com iluminação regulável.
Depois de muito pensar, lembrou-se que, à noite, o colégio onde estudavam ficava aberto para treinos do time de futebol e, como não era mesmo um dos mais santos da classe, conhecia uma passagem para o auditório que sempre ficava aberta. Seria lá.
Pegou os LP’s antigos de seus pais, mais alguns CD’s que gostava e compilou uma seqüência de musicas num compacto clássico de vinil. Um dia antes da data determinada escreveu num papel perfumado uma mensagem enigmática: “Corredor da ala C em frente à sala 204 - 18h dia 14 de abril de 2009”. Colocou o papel num envelope, lacrou e o pôs, discretamente, na bolsa da garota. Sabia que ela apareceria. Conhecia sua curiosidade.
No dia 14 de abril de 2009, as 17 horas o rapaz chega com sua vitrola no auditório. Arruma tudo. Enfeita a sala com algumas flores, testa o som, repassa a poesia e verifica a iluminação.
As 18 horas, passa em frente ao corredor da ala C e avista seu amor parado em frente à sala 204, ultima do corredor. Ela está de costas. Ele chega, veda seus olhos com as mãos e a diz para confiar. Ela, reconhecendo a voz de seu amigo, obedece. Ele a leva ao auditório, através da tal passagem secreta. Pôe a primeira musica do disco pra tocar - “Honestamente eu só quero te dizer que eu acertei o pulo quando eu te encontrei…” - e a puxa para dançar. Não se importam com os passos descoordenados, mas se divertem. Momentos depois se mexem, lentamente e de mãos dadas, ao som de Love me Tender.
Por volta das 19 horas a vitrola começa a tocar Vivaldi. Primavera, das Quatro Estações. É nesse momento. Levados por passos leves e ligeiros, olhando fixamente nos olhos de sua amada, o rapaz engole seco e declama sua poesia. A última nota da música é acompanhada por um “Eu te amo” e, junto com a lágrima da menina, vem o beijo que coroa o encontro.
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08/09/2009
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05/09/2009
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03/09/2009
post-it: essa coisa do inferno
sério, minha mesa tá um lixo, toda amarelo-marca-texto com pseudo-escamas. É aviso/lembrete/bilhete POR TODO CANTOO. Fato, estou enlouquecendo. Aaanyway, hoje ganhei mais um bloquinho de post-it. Ele é tão amarelo e útil. Acho que vou fazer uma linha do tempo com eles : D
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28/08/2009
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